Da exposição prolongada ao sol podem resultar queimaduras solares que, para além de dolorosas, constituem um perigo com consequências nefastas para a sua saúde. Evite a exposição prolongada ao sol e, sobretudo, tenha em atenção:

  • Evitar a exposição solar entre as 11 e as 17 horas;
     
  • As crianças com menos de seis meses não devem ser sujeitas a exposição solar e deve evitar-se a exposição directa de crianças com menos de três anos;
     
  • Sempre que andar ao ar livre, usar roupas que evitem a exposição directa da pele ao sol, particularmente nas horas de maior incidência solar. Usar chapéu, de preferência, de abas largas e óculos que ofereçam protecção contra a radiação UVA e UVB. Esta protecção aplica-se, também, às crianças.
     
  • Usar sempre protector solar com um índice adequado à idade e ao tipo de pele, de preferência, igual ou superior a 30, e renove a sua aplicação sempre que estiver exposto ao sol (de 2 em 2 horas), especialmente se estiver molhado ou se transpirou bastante. Quando regressar da praia ou piscina voltar a aplicar protector solar, principalmente nas horas de calor intenso e radiação ultravioleta elevada;
     
  • Aumentar a ingestão de líquidos (água ou sumos de fruta naturais, sem adição de açúcar).
     
  • Evitar as bebidas alcoólicas e bebidas com elevados teores de açúcar.

Os sintomas das queimaduras são pele vermelha, dolorosa e anormalmente quente, após a exposição solar. Após a queimadura pode ocorrer febre, bolhas na pele e dor intensa nas regiões afectadas.

Em caso de queimadura solar recomenda-se:

  • Evitar nova exposição ao sol;
  • Aplicar compressas com água fria;
  • Não rebentar as bolhas;
  • Não aplicar álcool, manteiga ou óleos gordos;
  • Contactar o médico, sempre que necessário.

fonte: https://www.dgs.pt/saude-ambiental-calor/verao-em-seguranca/proteja-se-do-sol.aspx

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